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No meu trabalho a examinar casinos online em Portugal, faço questão de avaliar a fiabilidade das plataformas e o seu apoio ao cliente. Desta vez, tomei uma abordagem diferente. Resolvi tentar aceder e tentar usar o Corgibet Casino precisamente durante uma manutenção programada que eles anunciaram. A minha ideia não era só constatar que o site estava em baixo. Quis ver como essa ocorrência era explicado aos utilizadores portugueses, que soluções existiam, se o apoio funcionava e como era regressar à plataforma depois de tudo estar normalizado. Este período mostra muito sobre uma operadora, mais do que quando tudo corre bem. Aquilo que encontrei na Corgibet foi uma combinação de pontos positivos claros e alguns pontos que podem ser melhorados, tudo visto pelos olhos de um jogador português que quer credibilidade e clareza. A minha abordagem foi básica: anotei tudo, desde o primeiro aviso até 24 horas depois do serviço reativar, centrando-me no que realmente faz diferença para quem está a jogar.
À hora marcada, entrei ao site coorgibet.com/pt-pt/. O carregamento foi lento um pouco e deu num ecrã específico de manutenção. Isto é um bom indicador. Mostra que a interrupção é planeada e não um erro qualquer. A página que apareceu era bem feita, com o logótipo da Corgibet e uma mensagem em português de Portugal, adaptada e sem linguagem técnica complicada. A mensagem pedia desculpa pela paciência e comunicava que estavam a trabalhar para melhorar a experiência. Curiosamente, a página não era estática. Tinha um contador decrescente com uma indicação para o fim da manutenção. Esta funcionalidade é ótima para gerir a expectativa das pessoas. Depois, tentei aceder pela aplicação móvel. A experiência foi um pouco diversa. A app tentou carregar várias vezes antes de mostrar uma mensagem genérica de erro de ligação. Seria benéfico que a app também tivesse um ecrã de manutenção dedicado, para uma experiência mais uniforme. Esta falha na consistência é um aspeto a registar, já que muitos jogadores portugueses usam principalmente o telemóvel. A página de manutenção no site, pelo menos, tinha links para as FAQ e para o email de suporte, o que serviu a compensar a falta do chat em tempo real.
Uma das partes mais significativas do meu teste foi entrar em contacto com o apoio ao cliente. Durante a manutenção, o chat ao vivo, normalmente acessível no site, não estava disponível. É percetível, já que os sistemas de backoffice também estariam em atualização. No entanto, o email de suporte e o número de telefone para Portugal continuavam operacionais. Liguei e fui respondido ao fim de alguns minutos. O atendente confirmou de imediato que era um período de manutenção programada, mencionou a janela horária e assegurou que os saldos e os históricos de jogo estavam perfeitamente seguros. A sua postura foi tranquila e informativa, o que é crucial para evitar alarmes. Esta solidez no suporte, mesmo durante uma paragem técnica, é um ponto muito favorável para a Corgibet. Transmite confiança ao jogador português, que fica a saber que pode esclarecer dúvidas mesmo em momentos excecionais. Para além disso, o atendente foi proativo e sugeriu que consultasse as redes sociais oficiais da marca para atualizações em tempo real, um canal complementar que muitos utilizadores desconhecem.
Esta vivência proporciona algumas ensinamentos importantes para quem participa em casinos online em Portugal. A primeira é que manutenções programadas são um sintoma de qualidade da plataforma, não o contrário. Uma operadora que nunca tem períodos de indisponibilidade pode estar a descurar atualizações críticas de segurança. A segunda lição é que a maneira como somos informados funciona como um indicador da seriedade da casa. A Corgibet mostrou aqui um procedimento robusto. Com base na minha revisão, deixo um leque de recomendações práticas para os jogadores lidarem com estes períodos:
Seguir estas práticas converte um pequeno inconveniente numa pausa organizada, sem imprevistos ou preocupações desnecessárias. Além disso, perceber que uma manutenção bem-sucedida é um aposta na sua própria experiência futura como jogador, com menos erros, mais velocidade e maior segurança, ajuda a olhar estas pausas com uma atitude positiva e informada.
A defesa dos dados dos clientes e dos recursos é uma das maiores preocupações dos jogadores durante uma paragem técnica. Examinei este fator com atenção redobrada. Em primeiro lugar, o facto de a página temporária ser servida através de uma comunicação HTTPS segura, com o ícone de cadeado no programa de navegação, já é um bom indicador. Mostra que a Corgibet preserva os medidas de proteção mesmo durante a indisponibilidade do serviço principal. Em segundo plano, o operador de apoio confirmou que estas manutenções são habitualmente empregues para aplicar patches de segurança críticos e atualizar os sistemas de cifragem, salvaguardando ainda mais a dados dos consumidores. Para o jogador português, isto é especialmente crucial devido à exigente lei de proteção de dados, o RGPD. Com base na minha observação e nas factos apurados, posso listar os pontos de segurança que foram, supostamente, preservados ou até intensificados durante este período:
Não possuo razões para considerar que a Corgibet não seguiu estas normas padrão do mercado, dado o resultado final perfeito.

Antes de contar a minha experiência, necessitamos de entender o que é uma manutenção programada num casino como o Corgibet. Não é de uma avaria súbita. É um evento agendado e essencial para o ótimo desempenho da plataforma. Os servidores que sustentam os jogos, o software de pagamentos e os sistemas de segurança necessitam de revisões frequentes, remediações e otimizações de desempenho. Para operadores sérios, como a Corgibet pretende ser, estas faixas horárias são vitais para introduzir novos recursos, remediar pequenos erros reportados pelos utilizadores e certificar que a proteção de dados e transações está sempre em dia. Em Portugal, onde a regulação da ASAE e da Direção-Geral do Jogo é exigente, estas manutenções servem também para auditorias e verificações de conformidade legal. O ponto-chave, porém, encontra-se na comunicação. De que modo, quando e com que prévio aviso os jogadores são notificados deste contratempo necessário. Se este ponto falhar, pode provocar suspeita, especialmente num mercado onde os jogadores estão cada vez mais esclarecidos e exigem transparência.
Um alerta antecipado é o primeiro sinal de consideração pelo jogador. No teste que fiz, a Corgibet empregou vários métodos. Tive um email com 48 horas de antecedência. O assunto era claro e em português, comunicando sobre o dia e a janela horária prevista, no meu caso entre as 02:00 e as pitchbook.com 06:00 da manhã. Dentro da minha conta, ao fazer login cerca de um dia antes, um banner aparente mas não invasivo no topo do painel reforçava a mesma informação. Este processo é correto e segue as boas práticas do setor. O email enumerava os serviços que poderiam ser impactados: depósitos, levantamentos, acesso a alguns jogos. No entanto, apercebi-me carência de uma explicação mais clara sobre o *motivo*. Era para uma grande atualização? Para otimizar o desempenho? Para incorporar jogos novos? Um pouco mais de pormenor aqui geraria expectativa positiva em vez de apenas comunicar uma paragem. Comparando com outras casas, a Corgibet encontra-se acima da média, mas ainda não chega a excelência de algumas operadoras que adicionam um resumo das melhorias programadas, convertendo uma notícia ruim numa previsão de algo bom.
Este ensaio de carga possibilitou-me avaliar a Corgibet Casino sob uma ótica diferente. Evidenciou pontos fortes e algumas fraquezas que, em circunstâncias normais, seriam capazes de ficar ocultas. Do prisma benéfico, a comunicação ativa e multicanál foi exemplar. O email e o banner no site trabalharam bem. A página de serviço adaptada e esclarecedora, com relógio, é um pormenor que revela preocupação com o utilizador. Garantir o apoio por telefone e email ao longo de a interrupção é um alicerce de credibilidade. Por conclusão, a realização técnica irrepreensível no reabertura, com a integralidade de os registos e características inalterados, é o ponto mais importante, e a Corgibet esteve à altura. Estes pontos fortes não são acidentais. Evidenciam uma infraestrutura organizacional e uma mentalidade de serviço que situa o utilizador no núcleo, mesmo quando as operações não correm “habitualmente”.
Todavia, também encontrei áreas com potencial para melhorias. A aplicação para telemóvel não proporcionou uma utilização tão coesa quanto o site. Ficou-se a apresentar um problema de conexão. Para um mercado como o luso, com elevada penetração móvel, este é um ponto a aprimorar. Para além disso, a mensagem, embora evidente no “quando”, poderia ser mais rica no “porquê”. Esclarecer que a intervenção proporcionará, por exemplo, diferentes meios de pagamento nacionais ou jogos de desenvolvedores nacionais produziria mais empatia e entendimento. Por fim, seria um excelente ato de ‘customer care’ disponibilizar um modesto estímulo após uma manutenção prolongada, como rodadas grátis ou um evento especial, agradecendo concretamente a tolerância dos jogadores fiéis em Portugal. Estas não são falhas graves, mas chances para a Corgibet se sobressair ainda mais num setor concorrencial.
Para enquadrar a performance da Corgibet, é proveitoso contrastá-la brevemente com a modo como outras casas funcionam em Portugal durante intervenções. Determinadas plataformas internacionais de primeira linha aplicam recursos em páginas de manutenção muito completas, com enumerações de modificações técnicas e até vídeos explicativos. Outras operadoras, infelizmente, restringem-se a um seco “Voltamos em breve”. A Corgibet situa-se num estádio intermédio-alto. Tem uma comunicação eficaz mas ainda um pouco conservadora. Onde ela realmente se sobressai é na manutenção do suporte humano. Muitas casas apenas desligam todos os meios de comunicação durante a interrupção, o que provoca enorme irritação. Neste aspeto essencial, a Corgibet mostra uma evolução que a aproxima das plataformas mais conceituadas. Para o apostador português, isto significa que, em caso de questão urgente, não ficará completamente ignorado. É uma benefício relevante em termos de sensibilidade de confiança e confiança na marca.
Logo que a janela de manutenção terminou, entrei novamente ao site. O acesso foi imediato. Observei logo uma ligeira melhoria na velocidade de carregamento das páginas, um sinal de que o trabalho realizado produziu efeitos práticos. Entrei sem problemas e confirmei os aspetos mais críticos. O meu saldo estava correto. O histórico das minhas últimas transações e sessões de jogo estava completo e intacto. Este é o momento de maior ansiedade para qualquer jogador, e a Corgibet passou no teste com distinção. A navegação pelo site parecia mais fluida. Reparei que algumas secções, como a dos torneios, tinham sido ligeiramente redesenhadas. Para um teste completo, executei três ações fundamentais que qualquer utilizador faria depois de uma paragem prolongada:
Não encontrei falhas ou anomalias. Tudo indica que a manutenção foi bem planeada e executada pela equipa técnica da Corgibet. A transição de volta ao normal foi suave e sem sobressaltos. Importa referir que, nas 12 horas seguintes, vigiei a estabilidade da plataforma e não houve quedas nem comportamentos estranhos. Isso confirma que a atualização foi integrada com sucesso e não trouxe problemas novos. Esta fase pós-manutenção é tão importante quanto a própria paragem, e a Corgibet administrou-a com competência.
Depois de testar meticulosamente o Corgibet Casino durante um dos seus momentos mais críticos, uma paragem técnica planeada, a minha análise é amplamente boa. A operadora mostrou profissionalismo, transparência na comunicação e uma execução técnica eficaz que preservou a integridade dos dados e das finanças dos jogadores. O facto de o suporte ao cliente se ter mantido acessível e útil durante o período é um grande diferencial que diferencia plataformas sérias das demais. Para o jogador português, que prioriza segurança e fiabilidade, estes aspetos são cruciais. A experiência comprovou que a Corgibet dedica recursos na estabilidade e na melhoria contínua da sua plataforma. É um sinal evidente de que está no mercado para permanecer e crescer com qualidade. As falhas identificadas, como a experiência inconsistente na aplicação móvel, são problemas de implementação e não de essência. Acredito que sejam alvo de atenção nas próximas atualizações.
Aconselho, portanto, que os utilizadores da Corgibetcasino em Portugal vejam os avisos de manutenção não como um incómodo, mas como um indicador de que a casa está a trabalhar nos bastidores para proporcionar um serviço mais confiável, rápido e inovador. As minhas sugestões de melhoria centram-se nos refinamentos da experiência. A base, a seriedade operacional, está claramente evidente. Se, como jogador, busca uma casa que trata a estabilidade técnica com a seriedade que requer, a Corgibet passa no teste com credibilidade. A minha experiência global reforça a sua posição como uma opção fiável no diversificado panorama dos casinos online em Portugal. No final, a verdadeira prova de um casino online não é apenas como funciona quando tudo funciona, mas como se comporta e informa quando precisa de parar para aperfeiçoar. E aqui, a Corgibet mostrou ter https://data-api.marketindex.com.au/api/v1/announcements/XASX:EDV:2A1543182/pdf/inline/appendix-4e-and-2024-annual-report uma estrutura digna de confiança.
Sherpa Mountaineering is a premium Himalayan guiding company founded by IFMGA guide Lakpa Sherpa, delivering safe, ethical, and bespoke expeditions.
🏔️ My First Expedition 2002— Ama Dablam 6,812 meters (22,349 feet) and it became one of the most important experiences of my early mountaineering career.
There were 11 members, one German guide, and two climbing Sherpas. We were responsible for carrying the equipment and managing the expedition logistics.
The work was not easy. We carried loads to Camp 1 four times, Camp 2 three times, and Camp 3 twice. We also had to transfer loads between camps, fix ropes, and continue climbing toward the summit.
Ama Dablam is a technical mountain, so reaching the summit is not simply about walking uphill. It requires repeated climbing, descending, carrying loads, and working as a team.
Even after reaching the summit, our work was not finished. We still had to return through Camp 3, Camp 2 and Camp 1, making several journeys before completing the expedition.
Standing on the summit was an incredible feeling—full
#AmaDablam #SherpaMountaineering #Himalayas #Mountaineering #Sherpa
Khumbu 3 Peaks & 3 Passes Expedition 2026
Summary
Duration: 25 Days
Price: USD 7,999 per person (Minimum 2 participants)
The Khumbu 3 Peaks & 3 Passes Expedition is one of Nepal's ultimate alpine adventures. Organized by Sherpa Mountaineering, this expedition combines the legendary Everest Three Passes Trek with the ascents of Nirekha Peak (6,159 m), Lobuche East (6,119 m), and Island Peak (6,189 m). Climbers will cross the spectacular Renjo La (5,360 m), Cho La (5,420 m), and Kongma La (5,535 m) while enjoying panoramic views of Everest, Lhotse, Makalu, Cho Oyu, Ama Dablam, and many other Himalayan giants.
Led by experienced Sherpa climbers and IFMGA-certified mountain guides, this expedition emphasizes safety, premium hospitality, professional logistics, and proper acclimatization, ensuring a rewarding and unforgettable Himalayan experience.
Itinerary
Day 1: Arrive in Kathmandu
Day 2: Fly to Lukla – Trek to Phakding
Day 3: Trek to Namche Bazaar
Day 4: Acclimatization in Namche Bazaar
Day 5: Trek to Thame
Day 6: Trek to Dungde
Day 7: Acclimatization in Dungde
Day 8: Cross Renjo La Pass – Trek to Gokyo
Day 9: Trek to Thagnak
Day 10: Trek to Nirekha High Camp
Day 11: Training and climbing preparation at High Camp
Day 12: Summit Nirekha Peak – Return to Thagnak
Day 13: Cross Cho La Pass – Trek to Dzongla
Day 14: Trek to Lobuche East Base Camp
Day 15: Summit Lobuche East – Return to Lobuche
Day 16: Trek to Gorakshep – Visit Everest Base Camp – Return to Gorakshep
Day 17: Sunrise at Kala Patthar – Cross Kongma La Pass – Trek to Chhukung
Day 18: Rest and climbing preparation in Chhukung
Day 19: Trek to Island Peak Base Camp
Day 20: Summit Island Peak – Return to Chhukung
Day 21: Trek to Namche Bazaar
Day 22: Trek to Lukla
Day 23: Fly to Kathmandu
Day 24: Free Day / Buffer in Kathmandu
Day 25: Final Departure
Expedition Highlights
Summit Nirekha Peak (6,159 m)
Summit Lobuche East (6,119 m)
Summit Island Peak (6,189 m)
Cross Renjo La, Cho La & Kongma La
Visit Everest Base Camp and Kala Patthar
Organized by Sherpa Mountaineering
Led by experienced Sherpa guides and IFMGA-certified mountain guides
Premium Sherpa hospitality with a strong commitment to
Ama Dablam Expedition 2026
20 October – 18 November 2026 | 30 Days
Price: USD $7,799
Join Sherpa Mountaineering for an unforgettable ascent of Ama Dablam (6,812 m), one of the world's most iconic Himalayan peaks. Guided by an IFMGA Mountain Guide and supported by an experienced Sherpa climbing team, this expedition offers the highest standards of safety, professionalism, and personalised support.
With carefully planned acclimatisation, fully equipped Base Camp and High Camps, fixed rope support, and expert expedition logistics, Sherpa Mountaineering provides an exceptional opportunity to climb Ama Dablam with confidence. Our commitment to safety, quality service, and Sherpa hospitality ensures a rewarding and memorable Himalayan experience.
Expedition Itinerary
Day 1 (20 Oct): Arrival in Kathmandu (1,400 m)
Day 2: Expedition briefing and gear check
Day 3: Fly to Lukla, trek to Phakding
Day 4: Trek to Namche Bazaar
Day 5: Acclimatization day at Namche
Day 6: Trek to Pangboche
Day 7: Trek to Ama Dablam Base Camp
Day 8–24: Climbing rotation, acclimatization, and summit attempt (6,812 m)
Day 25: Return to Pangboche
Day 26: Trek to Namche Bazaar
Day 27: Trek to Lukla
Day 28: Fly to Kathmandu
Day 29: Free day in Kathmandu
Day 30 (18 Nov): Final departure
Sherpa Mountaineering Services
IFMGA expedition leader (subject to availability)
Experienced Sherpa climbing guides
Climbing permit and all government fees
Base Camp and High Camp logistics
Fixed ropes and group technical equipment
Base Camp accommodation and meals
Tents, kitchen, and dining facilities
Oxygen and emergency medical support at Base Camp
Kathmandu hotel (twin sharing)
Domestic flights (Kathmandu–Lukla–Kathmandu)
Ground transportation
Staff salary, insurance, and equipment
Satellite communication or data and weather updates
Expedition certificate
#AmaDablam #SherpaMountaineering #Himalayas #Mountaineering #Sherpa
Everest Base Camp Trek 2026
Sherpa Mountaineering
Experience the legendary Everest Base Camp Trek (5,364 m) with Sherpa Mountaineering, guided by our experienced local Sherpa team. Trek through the heart of the Khumbu region, visit the vibrant Sherpa village of Namche Bazaar, explore the famous Tengboche Monastery, and stand at the foot of the world's highest mountain. Enjoy professional guiding, comfortable teahouse accommodation, excellent hospitality, and a safe, well-organised journey from Kathmandu to Everest Base Camp and Kala Patthar (5,545 m)
Everest Base Camp Trek – Autumn 2026
Sherpa Mountaineering
Departure: 14 October 2026
Return: 28 October 2026
Duration: 15 Days
Itinerary
Day 1 – 14 Oct: Arrive in Kathmandu (1,400 m), airport transfer, trip briefing.
Day 2 – 15 Oct: Fly to Lukla (2,860 m), trek to Phakding (2,610 m).
Day 3 – 16 Oct: Trek to Namche Bazaar (3,440 m).
Day 4 – 17 Oct: Acclimatization day at Namche Bazaar.
Day 5 – 18 Oct: Trek to Tengboche (3,867 m).
Day 6 – 19 Oct: Trek to Dingboche (4,410 m).
Day 7 – 20 Oct: Acclimatization day at Dingboche.
Day 8 – 21 Oct: Trek to Lobuche (4,940 m).
Day 9 – 22 Oct: Trek to Gorak Shep (5,164 m), visit Everest Base Camp (5,364 m), return to Gorak Shep.
Day 10 – 23 Oct: Hike Kala Patthar (5,545 m), trek to Pheriche.
Day 11 – 24 Oct: Trek to Namche Bazaar.
Day 12 – 25 Oct: Trek to Lukla.
Day 13 – 26 Oct: Fly to Kathmandu.
Day 14 – 27 Oct: Free day in Kathmandu (shopping/sightseeing or contingency day).
Day 15 – 28 Oct: Final departure.
Price: US$1,800 per person
Company: Sherpa Mountaineering
WhatsApp: +977 9851070072
Website: sherpamountaineering.com
Email: info@sherpamountaineering.com
#himlunghimal #sherpamountaineering
#himalayasnepal
Himal Expedition 2026
Organized by Sherpa Mountaineering
Expedition Dates: 1 October – 29 October 2026
Expedition Summary
Join Sherpa Mountaineering on an exciting expedition to Himlung Himal (7,126m / 23,379ft) in Nepal's remote Nar Phu Valley. Himlung is one of the best introductory 7,000-metre peaks and an excellent objective for climbers preparing for future 8,000-metre expeditions.
Led by experienced Sherpa climbers and IFMGA-certified mountain guides, the expedition provides professional leadership, strong safety standards, and full expedition logistics. October offers stable weather, clear skies, and ideal climbing conditions.
Itinerary
1 Oct: Arrival in Kathmandu (1,350m)
2 Oct: Expedition briefing, gear check and permit preparation
3 Oct: Drive to Besisahar
4 Oct: Drive to Koto
5 Oct: Trek to Meta
6 Oct: Trek to Kyang
7 Oct: Trek to Phu Gaon
8 Oct: Acclimatization day at Phu Gaon
9 Oct: Trek to Himlung Base Camp
10–24 Oct: Acclimatization, climbing rotations, high camp setup and summit attempt (7,126m)
25 Oct: Return to Base Camp
26 Oct: Trek to Phu Gaon
27 Oct: Trek to Koto
28 Oct: Drive to Kathmandu
29 Oct: Final departure
Expedition Highlights
Summit Himlung Himal (7,126m / 23,379ft)
IFMGA-certified mountain guide leadership
Experienced Sherpa climbing team
Complete expedition logistics and safety support
Remote Nar Phu Valley adventure
Excellent preparation for future 8,000-metre expeditions
.
Putha Hiunchuli (7,246 m) – Autumn 2026 Expedition
Expedition Summary
Putha Hiunchuli (Dhaulagiri VII, 7,246 m) is one of Nepal's most accessible 7,000-metre peaks, located in the remote Dolpo region. It is an excellent expedition for climbers preparing for future 8,000-metre mountains. The climb follows a gradual glacier route with well-planned acclimatisation, offering spectacular views of the Dhaulagiri range and a true wilderness experience away from the crowds. The best climbing season is autumn (September–October).
Expedition Dates
28 September – 30 October 2026
Duration: 33 Days
Outline Itinerary
Day 1 (28 Sep): Arrival in Kathmandu
Day 2: Expedition briefing and permit preparation
Day 3: Fly Kathmandu – Nepalgunj
Day 4: Fly to Juphal, trek to Dunai
Day 5: Trek to Tarakot
Day 6: Trek to Musi Khola
Day 7: Trek to Kagkot
Day 8: Trek to Yak Kharka
Day 9: Trek to Phedi
Day 10: Trek to Putha Hiunchuli Base Camp
Days 11–25: Acclimatisation, establish higher camps, and summit Putha Hiunchuli (7,246 m)
Day 26: Return to Yak Kharka
Day 27: Trek to Kagkot
Day 28: Trek to Musi Khola
Day 29: Trek to Tarakot
Day 30: Trek to Dunai
Day 31: Trek to Juphal
Day 32: Fly to Kathmandu via Nepalgunj
Day 33 (30 Oct): Final departure from Kathmandu.
MANASLU EXPEDITION 2026 | 8,163m
10 September – 14 October 2026
Conquer the world's 8th highest mountain with Sherpa Mountaineering.
Experience a professionally organised expedition led by our highly experienced Sherpa team with genuine Sherpa hospitality. Safety, personalised service, and expert leadership are at the heart of every climb.
Expedition led by experienced Sherpa climbers
IFMGA/UIAGM Mountain Guide support
Professional logistics and high-altitude safety
Quality Base Camp services and expedition management
Board Director:
Lakpa Sherpa
IFMGA/UIAGM Mountain Guide
25+ Years of Himalayan Expedition Experience
Join us for an unforgettable journey to the summit of Mt. Manaslu (8,163m).
Sherpa Mountaineering
Sherpa Hospitality • Safety • Experience • Success
#Manaslu #ManasluExpedition #Manaslu2026 #8000ers #SherpaMountaineering IFMGA UIAGM Mountain Guide Nepal Himalaya Expedition Climb Manaslu.
Expedition Itinerary
10 September 2026 – Arrival in Kathmandu, expedition briefing and preparation.
11 September – Drive to Besisahar.
12 September – Drive to Dharapani (jeep transfer).
13 September – Trek to Koto.
14 September – Trek to Meta.
15 September – Trek to Kyang.
16 September – Trek to Bimthang.
17 September – Acclimatisation day at Bimthang.
18 September – Cross Larkya La Pass and descend to Dharmasala (Larkya Phedi).
19 September – Trek to Samdo.
20 September – Trek to Sama Gaun.
21 September – Acclimatisation day at Sama Gaun.
22 September – Trek to Manaslu Base Camp.
23 September – 10 October – Climbing rotation, acclimatisation, Camp I, II, III and IV, followed by the summit push (weather permitting).
11 October – Return to Base Camp.
12 October – Trek back to Sama Gaun.
13 October – Helicopter or trek back towards Kathmandu (depending on expedition logistics).
14 October 2026 – Final departure from Kathmandu.
Sherpa Mountaineering
Sherpa Hospitality • Professional Leadership • IFMGA Mountain Guides • Safety First